SOBRE O FESTIVAL

 

Iniciado no ano de 2002, para celebrar a reabertura do Theatro da Paz, em Belém, após dois anos  fechado para reforma, o Festival de Ópera do Theatro da Paz trouxe para o público paraense em sua primeira edição a ópera “Macbeth”, de Giuseppe Verdi, além das operetas “A Viúva Alegre”, de Franz Lehár, e “A Noiva do Condutor”, de Noel Rosa, no período de 15 de abril a 12 de maio.

A ideia do Festival foi devolver ao teatro, projetado para receber grandes óperas, sua função original, que proporcionara aos paraenses momentos históricos, como em 1895, quando recebeu a ópera “O Guarani”, regida por seu criador, o maestro Carlos Gomes.

Sucesso de público e de crítica, no ano seguinte o Festival continuou a trazer para o palco do Theatro da Paz grandes produções como “A Flauta Mágica”, de Wolfgang Amadeus Mozart.

Desde então, o Festival de Ópera do Theatro da Paz ganhou, definitivamente, espaço no calendário cultural do Estado e do País, colocando Belém na rota dos grandes eventos nacionais. Além disso, abriu espaço para troca de experiências entre músicos eruditos paraenses com os de outros estados e nacionalidades.

Pelo Festival já passaram grande nomes da cena operística nacional: Manuel Alvarez, Gabriela Pace, Denise de Freitas, Rodrigo Estevez, Fernando Portari, Homero Velho, Leonardo Neiva, Paulo Mandarino, Inácio de Nonno, Eliane Coelho, entre outros. E cantores de fora do Brasil como a americana Gail Gilmore, a francesa Isabelle Sabrié, o russo Denis Sedov e o italiano Walter Fraccaro..

O Festival ajudou a projetar talentos paraenses da ópera para o mundo, como Adriane Queiroz, Alfa de Oliveira, Atalla Ayan, Carmen Monarcha e, mais recentemente, o baixo barítono Andrey Mira.

O Festival prima também pela direção de seus espetáculos. Sendo que os cineastas brasileiros, Carla Camuratti, em 2003, e Fernando Meirelles, em 2015, já emprestaram seus talentos.

2017

Como de costume, este ano o Festival de Ópera do Theatro da Paz traz uma programação imperdível, com produções aclamadas pela crítica e interpretadas por grandes nomes. Os concertos exploram a magnitude do imponente Theatro da Paz e o transformam em um dos principais palcos da música lírica do país.

Trazer uma obra clássica do século XX é um desejo antigo e que está sendo realizado em 2017. Esse ano a abertura do Festival fica por conta de “A voz humana”, obra composta pelo francês Francis Poulenc (1899-1963) em 1958, sobre a peça de Jean Cocteau (1889-1963). É um monólogo que retrata o sofrimento de uma mulher já madura, ao término de um caso amoroso, via telefone. A personagem é interpretada por Eliane Coelho, uma das maiores sopranos brasileiras e que brilhou na montagem do “Turandot”, de Giacomo Puccini, na edição de 2016 do Festival. A Voz Humana é inédita no Theatro da Paz e conta com a direção cênica de Marcelo Marques.

O Festival é uma celebração da música clássica no meio da Amazônia. Portanto, é imprescindível que haja um momento dedicado aos artistas da terra. É com esse propósito que o Concerto Lírico será realizado. É uma noite de contemplação da importância do Festival para o desenvolvimento da música lírica no Estado. Na primeira parte da noite, solistas paraenses sobem ao palco, e  na segunda noite é a vez da grande mezzo-soprano brasileira Ana Lúcia Benedetti.

Além do Theatro da Paz, a Igreja de Santo Alexandre também abrirá suas portas para o Festival. Nela, será apresentada uma das principais obras sacras do século XVIII, o Stabat Mater, de Giovanni Battista Pergolesi (1710-1736). É uma peça para orquestra de cordas, soprano e mezzo-soprano. Refere-se ao sofrimento de Maria aos pés da cruz.

O grande momento do Festival, a Ópera Don Giovanni, será encenada em três noites. Considerada a obra-prima de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), com libreto brilhantemente escrito por Lorenzo Da Ponte (1749-1838), Don Giovanni é uma ópera que ilustra a genialidade artística de seu autor. Escrita em dois atos, a ópera retrata as aventuras de Don Giovanni, um sedutor construído com bases no mito de Don Juan: o exímio conquistador de mulheres, cuja fama é conhecida até os dias atuais. A montagem tem Homero Velho como Don Giovanni e a direção musical e regência do Maestro Silvio Viegas.

O Festival também traz uma palestra sobre a ópera Don Giovanni e o lançamento do livro de Jorge Alves de Lima “Carlos Gomes, uma nova estrela: sou e serei sempre Tonico de Campinas e Brasil”.

O Concerto de Encerramento ao ar livre é uma tradição iniciada em 2002 pelo secretário Paulo Chaves Fernandes. Tem como objetivo aproximar artistas e público, ocupando o espaço com arte.

O encerramento acontece no dia 23 de setembro, às 20h, em frente ao Theatro da Paz e todos estão convidados a prestigiar esse grande momento cultural.

O XVI Festival de Ópera do Theatro da Paz tem a coordenação de Gilberto Chaves e promete ser mais um sucesso absoluto de público e crítica.

PROGRAMAÇÃO

FRANCIS POULENC - ÓPERA A VOZ HUMANA

A clássica ópera do século XX de Francis Poulenc, com texto de Jean Cocteau, abre o Festival falando sobre amor e seus dramas. A obra é um monólogo interpretado por Eliane Coelho, uma das maiores sopranos do país, e retrata a desilusão de uma mulher que sofre com o fim de um relacionamento amoroso por meio de uma ligação de telefone.

THEATRO DA PAZ – 05 DE AGOSTO – ÀS 20h

CONCERTO LÍRICO

Na primeira parte do concerto, sobem ao palco os artistas paraenses Antonio Wilson (tenor), Luciana Tavares (soprano), Lanna Bastos (soprano), Aliane Sousa (mezzo-soprano), Kézia Andrade (soprano) e Idaías Souto (barítono). A cantora Ana Lucia Benedetti (mezzo-soprano) vai atuar como solista na segunda parte do concerto e encerra a noite.

THEATRO DA PAZ – 15 DE AGOSTO – ÀS 20h

GIOVANNI PERGOLESI - STABAT MATER

Stabat Mater de Giovanni Pergolesi é uma das principais obras da música sacra e foi escrita em 1736. Com cordas da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do Maestro Miguel Campos Neto, com as vozes de Ana Lucia Benedetti (mezzo soprano) e Luciana Tavares (soprano), a peça que retrata o sofrimento de Maria aos pés da cruz será reproduzida na Igreja de Santo Alexandre.

IGREJA DE SANTO ALEXANDRE – 18 DE AGOSTO – ÀS 20h

WOLFGANG A. MOZART – ÓPERA DON GIOVANNI

Considerada a obra-prima de Wolfgang Amadeus Mozart, com libreto de Lorenzo Da Ponte, Don Giovanni é uma ópera escrita em II atos e retrata as aventuras do famoso conquistador de mulheres. A montagem tem o barítono Homero Velho como Don Giovanni e a direção musical e regência do Maestro Silvio Viegas.

THEATRO DA PAZ – 15, 17 E 19 DE SETEMBRO – ÀS 20h

CONCERTO DE ENCERRAMENTO

O tradicional concerto ao ar livre marca o encerramento do Festival. Ocorre na frente do Theatro e, portanto, é aberto ao público. No palco, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, regida pelos Maestros Agostinho Júnior e Cibelle Donza, fecha com chave de ouro o Festival na companhia do Coral Lírico do Festival de Ópera do Theatro da Paz.

PALESTRA SOBRE A ÓPERA DON GIOVANNI

A ópera Don Giovanni é um ícone da música lírica. Apesar de ter estreado em 1787, os temas como romance, traição e tragédia são muito atuais, rendem uma boa discussão e mostram a complexidade da obra de Francis Poulenc e Jean Cocteau. Pensando nisso, uma palestra sobre a ópera faz parte da programação do Festival.

THEATRO DA PAZ – 14 DE SETEMBRO – ÀS 18h30

LANÇAMENTO DO LIVRO DE JORGE ALVES DE LIMA CARLOS GOMES, UMA NOVA ESTRELA: Sou e serei sempre - Tonico de Campinas e Brasil

O livro é uma uma homenagem ao mais importante compositor de ópera do Brasil, Antonio Carlos Gomes (1836 – 1896). Foi escrito por Jorge Alves de Lima e faz parte do Festival. Uma das principais composições de Carlos Gomes é a ópera “O Guarani”, baseada no romance de José de Alencar.

THEATRO DA PAZ – 19 DE SETEMBRO – ÀS 20h

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 WOLFGANG A. MOZART – ÓPERA DON GIOVANNI

 

Considerada a obra-prima de Wolfgang Amadeus Mozart, com libreto de Lorenzo Da Ponte, Don Giovanni é uma ópera escrita em II atos e retrata as aventuras do famoso conquistador de mulheres. A montagem tem o barítono Homero Velho como Don Giovanni e a direção musical e regência do Maestro Silvio Viegas.

 

THEATRO DA PAZ – 19 DE SETEMBRO – ÀS 20h

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